
Há 40 anos ninguém no mundo imaginava ver um presidente dos EUA na China defender a liberdade. O homem que deu o primeiro passo para tornar isso possível foi Richard Nixon. Anticomunista ferrenho, o líder americano fez uma inesperada visita a Pequim em 1972, pondo fim a 23 anos de relações congeladas. Nixon queria afastar a China de Moscovo e precisava da ajuda de Pequim para sair do Vietname. Durante uma semana em Pequim visitou a Grande Muralha e num banquete propôs um brinde que não desagradaria a Obama: "Não podemos fechar o precipício que nos separa, mas podemos construir uma ponte para falar sobre ele."
Hoje, é Obama que segue os passos do ex-presidente Nixon dirigindo-se à China para mudar a imagem da América na China e defender a liberdade de expressão e a participação do povo na vida política, incluindo as minorias étnicas e religiosas na China e nos Estados Unidos, pois a liberdade é igual para todos.
Fernando Santos
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